Os buquês surgiram na idade média, na Grécia e incluíam não apenas flores, mas também ervas e temperos. Geralmente exalavam um cheiro forte, agradável e perfumado, que a noiva deixava ao passar.
Usavam também alhos nos buquês, para espantar os maus espíritos ou mau olhados. As flores tinham, cada uma, seu significado: hera representava fidelidade; lírio a pureza; rosas vermelhas o amor; violetas a modéstia; não-te-esqueças-de-mim era o símbolo de amor verdadeiro; flores de laranja davam fertilidade e alegria ao casal.
A escolha do buquê deve ser muito cuidadosa e levar em consideração alguns pontos importantes:
O buquê era espécie de amuleto da sorte. Desde os tempos antigos e até hoje os buquês estão presentes em todos os casamentos realizados no mundo, embelezando ainda mais a noiva. Antigamente, as noivas confeccionavam dois buquês, um que seria o abençoado pelo sacerdote, que deveria ser guardado. O outro, que seria lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguisse pegá-lo, teria a sorte de ser a próxima a casar.
Essa tradição milenar praticada por quase todos os povos, existe até os tempos atuais. Sendo que antes da técnica de desidratar, a noiva jogava o único buquê confeccionado para as solteiras, pois não havia como conservá-lo. Agora com a Fiancée- A Arte de Desidratar, a noiva volta à tradição dos tempos antigos, e guarda o buquê por mais tempo. Algumas chegam a mandar confeccionar dois buquês, mas não é necessário. Basta jogar um mini-buquê de uma das daminhas, ou pedir para a cerimonialista juntar algumas flores da decoração do casamento, amarradas com uma bela fita, que faz o mesmo efeito.
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, "o que separa duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de casada.
Independente da moda, um acessório que parece se adequar perfeitamente às tendências é o véu. Considerado por muitas mulheres um acessório tradicional, é na verdade um charme a mais para completar o penteado do cabelo, tiara ou coroa. Curto ou longo, liso ou repleto de detalhes, a leveza dos véus é sempre bem-vinda.
O tipo do véu a ser utilizado possui um verdadeiro contraponto ao vestido de noiva pois, quanto mais bordado ou detalhado for o vestido, mais singelo e discreto deverá ser o véu da noiva. O comprimento será conforme o estilo e o horário do casamento.
Véu curto: é indicado para mulheres que desejam encantar, mas sem pesar o visual. Este modelo é apropriado para casamentos que acontecem no período da manhã, inclusive, para as cerimônias ao ar livre. Entretanto, o véu da noiva curto também harmoniza em casamentos vespertinos. Porém, deve ser usado com certa moderação.
Véus longos e longuíssimos: são extremamente sofisticados, ficando permitidos apenas para cerimônias noturnas, formais ou ultraformais. Porém, o tipo físico da noiva deve ser levado em consideração, e aqui vai uma dica: as mulheres altas e magras devem abusar do volume e do comprimento. As noivas mais baixas podem optar por estes modelos também, mas quem está acima do peso deve evitar peças volumosas. Para quem é gordinha, o ideal seria optar pelo véu longo, mas sem volume.
Véu até a cintura: são indicados para cerimônias informais ou semi-formais. Por fim, as mantilhas são clássicas e elegantes, combinando com qualquer tipo de celebração de casamento.
A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.
Não há como negar que o casamento, tanto para a mulher como para o homem, é um marco muito importante, especialmente se for o tradicional, realizado na Igreja. O casamento é um acordo onde os noivos assumem suas obrigações, conforme determina a sociedade e suas leis civis mas principalmente, assumem perante Deus um compromisso que precisa ser honrado. A mulher busca o príncipe encantado, o marido perfeito, o par ideal. O homem, por sua vez, procura uma mulher encantadora, inteligente e sincera.
Você já considerou que casar significa entrar no destino de uma outra pessoa? Que a vida em comum faz com que os atos marquem totalmente o parceiro pelo resto da vida? A verdadeira alma do casamento é aceitá-lo como ele é, verdadeiramente. Conheça algumas histórias e curiosidades desta cerimônia, e lembre-se: o casamento é uma bênção de Deus. A mulher sonha com um casamento perfeito em todos os detalhes. E cuidar do planejamento deste dia requer tempo e paciência. Pesquisar o tão esperado vestido, os acessórios, o calçado, a coroa e o singelo véu da noiva é um momento aguardado em muitos casos durante anos a fio. Além de valorizar o visual, estes objetos fazem parte do ritual e ainda enriquecem todos os momentos de uma cerimônia.
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para "cortar a inveja" das moças solteiras. Recomenda-se também "usar o véu, uma jóia e até mesmo o vestido" de uma esposa que foi bem-sucedida em seu casamento (avó, mãe etc).
Você sabia que a cor branca do vestido de noiva só foi popularizado no século XVII, no casamento da rainha Vitória? Ela lançou a moda que permanece até os dias atuais. Antes disso, especialmente na Idade Média, não havia cor específica para a cerimônia; a cor mais usada era o vermelho. O branco acabou sendo o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza. Na Grécia e em Roma, existem relatos de que as pessoas usavam roupas brancas em celebrações importantes, como o nascimento e o casamento.
Um ditado japonês ensina que as noivas devem se casar em junho (june bridal) para que a união perdure por muitos anos. No Brasil, o mês preferido também é maio, provavelmente, pela referência de Maya, Maria, mãe.
O termo aliança, bérith em hebraico, possui o sentido de compromisso. O anel usado pelos casados tem a função da ambivalência de unir e, ao mesmo tempo, isolar. No plano esotérico, possui poderes mágicos. É o protetor simbólico da união. Colocar um anel no dedo de outra pessoa, significa aceitar o dom de outrem como um tesouro exclusivo.
Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse "roubar" a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada usando o braço direito para o combate. Segundo a superstição, quando a noiva fica no lado esquerdo, também significaria afastar o risco da infidelidade.
É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Em alguns países árabes, o casamento (especialmente dos muçulmanos), ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois de o casamento ser celebrado pelos homens, a noiva se encontra com o futuro marido. A tradição também ensina que o homem não deve tocar em nenhum pertence da noiva para não quebrar o encanto do matrimônio. Pode-se tocar apenas em objetos de vidro e ouro.
Jogar arroz nos noivos é uma tradição antiga da China, usada há dois mil anos. Esta atitude simboliza a fartura para a vida do casal (os grãos simbolizam a fertilidade.
Este costume é oriental. Acredita-se que os gênios ruins (que atacam apenas as mulheres) ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial. O marido protege a esposa carregando-a, para evitar que ela "pise" em algo ruim.